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São muitos os agradecimentos às pessoas e instituições que contribuíram diretamente para a realização deste trabalho. Ao vivo ou via web, recebi valorosas manifestações de apoio, confiança e inspiradoras provocações que me ajudaram a chegar até aqui.

Obrigada à Profª Maristela Salvatori que, além da orientadora, me permitiu acompanhá-la durante a disciplina Laboratório de Processos Gráficos, ampliando ainda mais minha paixão pela arte e pelo exercício da docência. Nesse ínterim não poderia esquecer de agradecer à turma, em especial Denis Nicola, Roberta Agostini e Ma Salete Martins pelo convívio no Atelier de Gravura do IA.

Agradeço aos professores Alexandre Santos e Eduardo Vieira da Cunha, membros da banca, pela leitura atenta e pelas sugestões preciosas durante a qualificação e no dia da defesa. Serão lembradas nos futuros pretéritos. Ao professor Afonso Medeiros da UFPA, que já acompanha a trajetória de meus muitos ‘Pretéritos’, por ter aceitado o convite para participar da banca de avaliação e por ter me presenteado com um texto poético sobre ‘ser um, ser todos e ser ninguém: as derivas do sentimento de pertecimento do EU contemporâneo’.

Acima, defesa da pesquisa de Mestrado PRETÉRITO IMPERFEITO DE TERRITÓRIOS MÓVEIS, à banca de avaliação do Instituto de Artes da UFRGS.

Aos professores Ma Amélia Bulhões, Hélio Fervenza, Mônica Zielinsky, Flávio Gonçalves, Elida Tessler e Ma Lúcia Cattani pelas aulas inspiradoras; aos Prof° Paul Coldwell (University of the Art London) e Profº Jacinto Lageira (Paris 1 – Panthéon Sorbonne) pelos conselhos; às Profª Sandra Rey e Profª Ma Ivone dos Santos pelo apoio, e em especial ao Prof° Sérgio ‘Japa’ Sakakibara pelas fundamentais trocas de idéias.

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, que possibilitou o pleno desenvolvimento desta pesquisa através do auxilio de Bolsa, e também ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, que junto à COMPÓS, deram condições à elaboração da dissertação e viabilizaram as participações em congressos, seminários e publicações de âmbito nacional de trabalhos ligados à pesquisa, dando maior visibilidade à mesma. Agradecimentos especiais ao MAC-RS e à CCMQ que apoiaram o projeto na íntegra, e à Fundação Nacional de Artes – Funarte, pelos recursos relativos ao XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (ano 2010) para a realização da Exposição ‘Pretérito Imperfeito de Territórios Móveis’, na galeria Xico Stockinger, em março/abril de 2011.

Os membros da banca de avaliação (de pé, a partir da esquerda) Alexandre Santos, Eduardo Vieira da Cunha, Maristela Salvatori e (à direita), Afonso Medeiros (ICA/UFPA). Casa de Cultura Mario Quintana, 05 de abril de 2011 – Porto Alegre/RS

Por fim, muitíssimo obrigada aos queridos novos amigos da turma ‘Mestrado17’ – Camila Schenkel, Carolina Rochefort, Diego Mac, Jessica Becker, Fernanda Manéa, Mariana Xavier, Munir Klamt, Renata Job e Vivian Herzog -, da Confraria ‘Salut&Plata’ – Marco Cesar, Mana e Joãozinho, Aquino e Josy, Fernando e Renata, Luciano, Jacque e Tiarles , à Chico Machado, Tetê Barachini, André Venzon, Ana Gonzales, Gaby Benedyct, Mario Terrazas, Tatiana Barbosa, Deusa e João Vidal; sem jamais esquecer dos velhos amigos da Confraria do Tucupi, à Walda Marques ( irmã eleita) e aos queridos Isabela de Luca, Elza Lima, Miguel Chikaoka, Fatinha Silva, Irene Almeida, e, fundamentalmente Alberto Bitar e Vânia Leal pela troca de idéias e leituras de textos e imagens desta pesquisa. Todos ajudaram a confirmar a hipótese de que o afeto é o único território possível de mobilidade.

Dedico o trabalho aos meus pais, Valmyr e Ma. Tereza, e ao Lauro, meu amado porto alegre.